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  • Vinicius Monteiro

Vermelho, Branco e Sangue Azul Crítica

Atualizado: 3 de set. de 2023


Vermelho, Branco e Sangue Azul Crítica

Esse texto pode conter possíveis SPOILERS.

Sinopse: Alex, o filho da presidenta dos Estados Unidos, se envolve em uma confusão com o príncipe britânico Henry, o que gera uma crise internacional de imagem. Os dois são grandes rivais, mas fingem que são amigos pelo bem de seus países. Porém, essa relação fria começa a derreter e dá lugar a um sentimento intenso e novo para os dois.

Crítica: O diretor Matthew López estreia no cinema com 'Vermelho, Branco e Sangue Azul', mais uma história de amor na pilha de filmes românticos água com açúcar. Adaptado do livro best-seller de Casey McQuiston, o filme é sobre um príncipe britânico e filho do presidente dos Estados Unidos. Ambos querem manter o relacionamento em segredo para proteger sua privacidade, mas proteger suas famílias de polêmicas é ainda mais importante para eles.

Matthew López entrega um filme elegante, esse longa-metragem é charmoso, mas é mais do mesmo. 'Vermelho, Branco e Sangue Azul' joga as regras de um rom-com, atuações bem caricatas e exageradas, um romance bobo e cenas vergonhas alheias. Absolutamente nada neste longa-metragem funcionou para mim. Você gosta de rom-com? Então se joga nesse filme!

O filme também acerta ao explorar o romance queer em sua complexidade. Nicholas Galitzine se destaca como o Príncipe Henrique, alguém que esteve fechado em sua sexualidade durante toda a sua vida e continua tão fora do que considera uma obrigação para com seu dever real.

A história de amor entre Alex e Henry é bem superficial, a dinâmica entre os atores Alex Claremont-Diaz e Nicholas Galitzine falha, é visível o desconforto entre os atores em algumas cenas. Os personagens secundários são poucos cativantes e memoráveis, eles estão ali para fazer a história andar, são funcionais e esquecíveis.

'Vermelho, Branco e Sangue Azul' depende da bobice do gênero para funcionar. Cenas pastelão e sem graça de dois personagens que não se gostam. Não se preocupem, o filme depois vai mostrar os mesmos personagens transando loucamente várias vezes, então não desista do filme no começo hehehe...

Se você não curte apertar o botão da descrença para aproveitar um filme, aqui você precisará esmurrar o botão para chegar ao fim do filme, nada faz muito sentido. 'Vermelho, Branco e Sangue Azul' não funcionou para mim, para os adolescentes em busca de entretenimento pouco exigente, esse longa-metragem vai servir como uma luva.

'Vermelho, Branco e Sangue Azul' é igual aqueles filmes natalinos da Hallmark, só que com um custo de produção mais caro. Matthew López acerta ao adicionar charme no longa-metragem e mostrar bem as complexidades do romance entre Alex e Henry. Assim como no livro, o filme entrega muita superficialidade com uma história corrida demais, sem graça e atuada com exageros. Vermelho, Branco e Sangue Azul Crítica

Nota: 3

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