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  • Vinicius Monteiro

The Handmaid's Tale 4° Temporada Crítica

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Esse texto pode conter possíveis SPOILERS.

 

Sinopse: Conhecida como "Voo dos Anjos", a bem sucedida fuga de Marthas e crianças de Gilead para o Canadá transforma June (Elisabeth Moss) em um símbolo de luta e esperança em ambos os lugares. Foragida na companhia de outras aias e agora a pessoa mais procurada em Gilead, ela está determinada a atacar os pontos fracos do regime e destruir aqueles que cruzarem seu caminho.

 

Crítica: Ao iniciar sua quarta temporada, "The Handmaid's Tale" atingiu aquele ponto em que, mais do que qualquer outro fator, o conforto com a mudança se tornou central tanto para seu legado de longo prazo quanto para seu sucesso de curto prazo. A série está solidamente enraizada nas coisas que faz bem e mais frustrante em seus ritmos sombrios e repetitivos.

 

Os dois primeiros episódios, ambientados em um esconderijo temporário supervisionado por uma criança traumatizada, a Sra. Keyes (uma aterrorizante Mckenna Grace), são exatamente o que eu senti que "The Handmaid's Tale" exigia e precisava. A temporada começa com uma atmosfera de muito terror, não só pelo novo esconderijo e mais novos personagens psicopatas, mas também na medida em que June (Elisabeth Moss) se torna uma mentora cada vez mais malévola e deixando sua raiva vencer.

 

June mudou ao longo da série, à medida que sua raiva e necessidade de vingança a consumiam. Nos flashbacks, vemos uma June completamente diferente e irreconhecível. Ela não é mais simplesmente rebelde, ela é a personificação do ódio. 

 

A quarta temporada de "The Handmaid's Tale" promete e não cumpre, a série apresenta circunstâncias na qual eu gostaria de me debruçar, pelo menos um pouco mais. Em vez disso, a partir do terceiro episódio, a série meio que representa uma reinicialização total.

 

Quase cinco décadas depois, “The Handmaid’s Tale” segue a mesma premissa, June foi libertada e recapturada o suficiente para fazer uma pessoa se perguntar o que há de tão especial nela. Ao longo da série vemos outras Aias executadas ou mutiladas por olharem para alguém de maneira errada. June não! Os escritores encontram inúmeras desculpas para mantê-la carrancuda e respirando.

 

O sadismo, o horror palpável e o terror psicológico se tornam excessivos em vez de serem necessariamente reais. “The Handmaid’s Tale” ainda é cheio de visuais ressonantes e de arregalar os olhos. Por mais alegoricamente pesado que tenha sido essa temporada, essa também foi a mais desajeitada. A nova temporada mostrou aquilo que não queríamos encarar de fato, o seu fim. A série chegou naquele ponto em que é necessário estabelecer um final e um destino.

 

Nota: 6




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