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  • Vinicius Monteiro

Susie, o Coração Puro Crítica

Susie, o Coração Puro Crítica

Esse texto pode conter possíveis SPOILERS.

 

Sinopse: Susie ama secretamente seu vizinho, William Jenkins mas, aparentemente, nenhum dos dois consegue confessar seus sentimentos para o outro. William então parte para a universidade. Ele volta, mas para a decepção de Susie, casado com uma jovem extravagante chamada Bettina.

 

Crítica: Para quem conhece o diretor D. W. Griffith pelos seus mais famosos filmes, talvez vá se surpreender com “Susie, o Coração Puro”. Esse longa-metragem não tem ação e você descobrirá que é um filme sincero, profundo e verdadeiro de uma forma que os filmes raramente fazem, mas extremamente melodramático e um pouco bobo.

 

A atuação é muito boa e fundamental para “Susie, o Coração Puro”. Bobby Harron, faz um trabalho maravilhoso ao interpretar um jovem sincero e ingênuo que é enganado por uma mulher superficial. Ele tem um rosto extremamente sensível e quando você olha para ele, parece ser capaz de ver sua alma. Harron vai de um jovem desajeitado e sorridente, a um ministro autoconfiante. Tudo, incluindo a linguagem corporal mais sutil, nos convence de que seu personagem realmente passou de menino para homem. 

 

Lillian Gish interpreta uma garota tímida e simples. Sua personagem passa para uma transformação gradual e a atriz consegue isso notavelmente bem, gradualmente acentuando suas melhores características. 

 

Oscilando um pouco em seu ritmo, a obra é filmada com uma beleza excepcional, “Susie, o Coração Puro” é como uma carta de amor para os super românticos. A história em si é aquela que abrange todos os elementos de uma comédia romântica, para quem não curte muito o gênero, vai achar esse longa-metragem meloso e cansativo.

 

Nota: 7



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