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  • Vinicius Monteiro

Super Mario Bros. (1993) Crítica

Atualizado: 1 de abr.

Super Mario Bros. (1993) Crítica

Esse texto pode conter possíveis SPOILERS.

Sinopse: Os encanadores Mario Mario (Bob Hoskins) e Luigi Mario (John Leguizamo) se vêem numa aventura fantástica para salvar a Princesa Daisy (Samantha Mathis) em um escondido mundo, Dinohattan, onde os habitantes evoluíram dos dinossauros. A dupla enfrenta desafios mortais do Rei Koopa (Dennis Hopper), um lagarto diabólico, e batalham contra répteis enormes para impedir um terrível plano, que busca invadir nosso mundo.

Crítica: Em 1993, os criadores de The Killing Fields e Chariots of Fire compraram os direitos de filmagem do maior videogame do mundo. O resultado foi um desastre comercial, apesar de tentarem colocar esse filme na prateleira dos cult, esse é um dos piores filmes que eu já vi.

'Super Mario Bros.' de 1993 se destaca como um excelente exemplo do que não fazer ao tentar construir uma narrativa de longa-metragem sobre um jogo de vídeo game. Matando efetivamente a carreira cinematográfica do casal de diretores Rocky Morton e Annabel Jankel, a abordagem da dupla de jogar tudo na tela e ver o que gruda resulta em uma bagunça inchada com pouco para envolver qualquer pessoa, até mesmo os fãs.

O filme ganha um tom cyberpunk, seus cenários são distópicos, épicos, cheio de efeitos gerados por computador e muito uso de animatrônicos. 'Super Mario Bros', foi sim, um longa-metragem inovador para época e permanece visualmente atraente até hoje. O problema é que o tom não tem nada a ver com Super Mario.

Pouca coisa faz sentido no filme. O seu roteiro é terrivelmente exposto e cheio de buracos abertos. Fãs nostálgicos obstinados do jogo podem se sentir compelidos a revisitar 'Super Mario Bros.' de 1993, mas para os não-jogadores, o filme fica dolorosamente aquém de receber uma 'vida extra' nessas duas décadas.

'Super Mario Bros.' é ótimo em sua construção de mundo e produção, o visual é a única coisa que funciona aqui, mas tentar transformá-lo em um cult por isso é demais. O filme se tornou uma lenda cinematográfica por todos os motivos errados. O filme não conversa com os fãs e nem com não é fã, um longa-metragem absurdo e sem sentido.


Nota: 3



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