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  • Vinicius Monteiro

Autor de Sherlock Holmes ressentia de sua criação

Sherlock Holmes

Arthur Conan Doyle secretamente odiava sua criação Sherlock Holmes e culpou o detetive por negar-lhe o reconhecimento como autor de ficção histórica. De acordo com a historiadora Lucy Worsley, o auotr foi catapultado da "obscuridade para a fama mundial... sob a superfície, ele era um homem descontente... O Arthur deve ter se odiado. E ele teria odiado o fato de que hoje, 93 anos após sua morte, seus romances históricos não são lidos, enquanto seu detetive 'barato' – mas amado – vive para sempre em nossas telas."


O autor lutou para encontrar um editor para suas histórias de Sherlock depois de inicialmente se aproximar da revista Cornhill. "Só depois que eles, e outros dois, rejeitaram o Sr. Holmes, ele foi finalmente aceito por um quarto editor. Disseram que a obra era exatamente o que procuravam: 'ficção barata'".


Conan Doyle nasceu em Edimburgo e formou-se como médico antes de começar a escrever. Foi duas vezes candidato a deputado sem sucesso e ficou fascinado pelo espiritismo após a morte de seu filho. O escritor morreu de ataque cardíaco em 1930, aos 71 anos.


Arthur Conan Doyle é somente conhecido pelos livros de Sherlock Holmes, mas o autor já escreveu 12 peças de teatro, 12 ensaios, 4 livros de poesias, 43 livros de ficção e 41 trabalhos sobre a guerra, o exército e o espiritualismo. Com tantas obras publicadas, é comprensível o autor tenha uma certa "raiva" por ser conhecido somente pelo famoso Sherlock Holmes.


Sherlock Holmes é o detetive fictício mais popular da história do entretenimento. Conan Doyle escreveu quatro romances e 56 contos sobre a perseguição do mentor a criminosos usando suas habilidades de observação e poderes de dedução. A maioria das histórias é narrada pelo ajudante de Holmes, Dr. Watson, que dividia seus aposentos no 221B Baker Street.


Fonte da matéria aqui.

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