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  • Vinicius Monteiro

Resident Evil 2: Apocalipse Crítica

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Esse texto pode conter possíveis SPOILERS

 

Sinopse: Desde que foi capturada pela Corporação Umbrella, Alice passou por várias experiências biogênicas. Ela teve seus genes modificados, o que fez com que adquirisse poderes, sentidos e agilidade sobre-humanos. Agora ela precisa retornar à cidade de Racoon, onde recebe o apoio de Jill Valentine e Carlos Olivera para eliminar um vírus mortal que ameaça fazer com que todo ser humano retorne como morto-vivo.

 

Crítica: Em "Resident Evil 2: Apocalipse" há mais zumbis à solta nesta sequência barulhenta do filme de 2002 e aparentemente poucas pessoas para comer, mas como o filme existe apenas para recriar a experiência de assistir aos videogames 'Resident Evil', uma história e personagens navegáveis ​​são coisas pouco valorizadas aqui.

 

Com um roteiro horrível e personagens pouco interessantes, "Resident Evil 2: Apocalipse" será particularmente frustrante para os fãs da franquia de videogames 'Resident Evil'. Caso você tenha esquecido ou esteja tentando esquecer, a sequência oferece um resumo de dois minutos do primeiro filme, então logo no começo já é perceptível que o que está por vir não será grande coisa.

 

Você pode dizer muito sobre um filme de zumbis pela qualidade dos mortos-vivos. Há cineastas que levam a sério a carne podre e os cérebros explodindo e há diretores que derramam aveia na cabeça de algumas dúzias de figurantes, instruindo-os a cambalear em direção ao câmera e passar para o próximo projeto. O longa fornece zumbis que são de alguma forma menos convincentes do que os do vídeo 'Thriller' de Michael Jackson. 

 

Os fãs de ficção científica não ficarão surpresos com a sensação de segunda categoria do filme. "Resident Evil 2: Apocalipse" foi escrito por Paul W.S. Anderson, que foi geneticamente aperfeiçoado por uma equipe de cientistas para criar filmes ruins que rendem dinheiro de qualquer maneira. Alexander Witt assume a direção, mas ele emprega todas as técnicas clássicas de  Paul W.S. Anderson, incluindo a edição rápida ou para filmar todas as cenas de ação.

 

A ação parece barata, mal coreografada e super editada, mas há muita, Witt e Anderson conseguem fazer muitas coisas explodirem. Os efeitos práticos voltam junto dos cães zumbis e os protagonistas seminus sem motivo algum também voltam. É uma pena que quase nada em "Resident Evil 2: Apocalipse" pareça original. 

 

Os fãs do videogame vão adorar tudo isso, mas para os fãs de mortos vivos, isso é um terror estritamente de segunda linha. A trama e narrativa são mínimas, confrontos existem muitos e surpresas temos pouco. "Resident Evil 2: Apocalipse" é um apocalipse prometido que acontece de uma maneira não adequada.

 

Nota: 3



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