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  • Vinicius Monteiro

Power Crítica

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Esse texto pode conter possíveis SPOILERS

 

Sinopse: Em Power, a notícia de que uma nova pílula é capaz de liberar superpotências para cada um que a experimentar começa a se espalhar nas ruas de Nova Orleans. Poderes como pele à prova de balas, super força e invisibilidade apareceram em usuários, porém, é impossível saber o que vai realmente acontecer até tomá-la. Mas tudo muda quando a pílula acaba aumentando o crime na cidade, fazendo com que o policial local (Joseph Gordon-Levitt) e uma traficante adolescente (Dominique Fishback) e um ex-soldado com sede de vingança (Jamie Foxx) para combater o poder com poder, chegando na origem da pílula.

 

Crítica: Não há dúvida de que 'Power' pega emprestado elementos de outros filmes, como no universo da Marvel e da DC Comics por exemplo, isso é o que estraga totalmente a experiência do filme, pelo menos para mim. Na questão dos super poderes dado pela droga, parece todos familiares, tipo copiado de algum lugar.

 

A droga parece um tema saboroso, mas o roteiro de Mattson Tomlin, é uma obra esfarrapada que faz você ansiar pela especificidade sinistra e pelo perigo enraizado de um bom drama de drogas. Há dois problemas no roteiro que desagrada: os diálogos cheios de frases bobas de efeito, e o filme muda sua trama, quase que no seu final. 'Power' começa com heróis lutando contra o crime, e depois muda totalmente o foco para uma trama de resgate a um refém.

 

Apesar de encontrar um novo ângulo em um dos gêneros mais supersaturados do cinema,  'Power' nunca capitaliza totalmente seu potencial. Sua premissa está presa em um enredo genérico envolvendo uma organização sombria liderada por uma conspiração de vilões chatos.

 

A dupla de diretores Ariel Schulman e Henry Joost fazem bom uso de sua estética digital característica, deixando 'Power' com visuais brilhantes. As cenas aparecem com cores, a câmera do cineasta Michael Simmonds encontra ângulos interessantes para filmar, tudo editado com talento. Embora as sequências de ação em si não sejam particularmente especiais, elas são habilmente entregues.

 

A novidade é a maneira como Henry e Rel dispensam o CGI sempre que possível para exibir efeitos práticos. Frank tem um momento quando uma bala o atinge na têmpora, fazendo sua bochecha ondular em ondas. Como eles fizeram isso? Uma metralhadora disparou uma ponta de ar de alta pressão em sua pele para criar o efeito, é impressionante.

 

Uma das coisas que dão certo no filme, são o carisma do elenco, agradeça aos atores. Dominique Fishback rouba todas as cenas, ela se destaca mesmo quando o trio de personagens estão juntos. Sua personagem se esquiva dos clichês, contando com o poder da atriz e cantora, ela tem uma presença eletrizante na tela.

 

O filme dá a sensação de um mix de outros filmes de super heróis que já estamos bem acostumados a assistir. 'Power' tem um estilo considerável, mas uma decepcionante falta de substância.

 

Nota: 6



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