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  • Vinicius Monteiro

Os Livros Favoritos do Pedro Pacífico

Atualizado: há 1 dia

Os Livros Favoritos do Pedro Pacífico

"Leitura é hábito diário! Leia todos os dias, ao menos 3 páginas, e com isso você consegue manter esse hábito de extrema importância"

Pedro Pacifico


Pedro Pacifico é um dos maiores leitores da internet, é difícil algum leitor desse Brasil não conhecer o espaço Book.Ster. Em meados de 2017, ficou com Pedro Pacifico vontade de criar um espaço no Instagram para compartilhar suas experiências dos livros que lia. Diariamente, um das maiores figuras do mundo da literatura online compartilha dicas, sugestões e resenha com os seguidores.


Além de incentivar a leitura na internet, Pedro Pacifico também é advogado. Eu fui lá no Skoob do Book.Ster e dei uma xeretada nos livros 5 estrelas que ele deu por lá, e separei alguns de seus favoritos para incrementar a sua lista de próxima leituras. Os Livros Favoritos do Pedro Pacífico


Você pode comprar os livros abaixo clicando no título.


por Annie Ernaux


Durante os meses em que se relacionou com A., toda a existência da autora foi regida por um novo signo, que ela disseca com precisão e franqueza. “Graças a ele”, afirma, “eu me aproximei do limite que me separa do outro, a ponto de às vezes imaginar que iria chegar do outro lado”. Essa proximidade do limiar, tão própria do sujeito apaixonado, assume formas variadas no relato. A primeira fronteira a ser deixada para trás é a da razão, que cede espaço ao pensamento mágico por meio do qual se manifesta a expectativa agonizante de ser correspondida. Cada evento, palavra ou pessoa ao redor só tem interesse para Ernaux na medida em que a faz pensar em A. Cada minuto longe dele é uma espera que transcorre de forma diversa do ritmo da vida real.


por Eliana Alves Cruz


A narrativa inicia-se com a comemoração do aniversário de umas das personagens ap￳s viver um século de muitas lutas, perdas, alegrias, tristezas e principalmente resiliência. Damiana, personagem central para a narrativa, cansada das batalhas constante e ininterruptamente travadas pela liberdade, se você rodeada por sua família e se recorda dos tempos de lavadeira.


por John Steinbeck


Prêmio Nobel de Literatura em 1962, Steinbeck retratou a situação do homem moderno diante das dificuldades, a pobreza e a privação em um universo feroz, protagonizado por vítimas da competição e piras sociais. Ao testemunhar as debilidades humanas diante de um sistema econ￴mico implacável, nos deparamos com situações repletas de dramaticidade. O realismo do texto, com fortes tons naturalistas, exp￵õe o escritor como experimentador de inovadoras técnicas narrativas, ricas em simbolismo e elaboração mítica. Tão americano quanto universal, Steinbeck exibe na vida e na arte irredutíveis paradoxos, provocados pela tensão entre instinto e mente, natureza e hist￳ria, a civilização e seus descontentes. As vinhas da ira é a prova de que homens em lugares e situações comuns podem ser trocados pela intenção épica e conduzidos á imortalidade.


por Alexandre Dumas


Manipulando com maestria os cordões da trama, Alexandre Dumas prende o leitor numa teia de peripécias de tirar o fôlego – traições, denúncias anônimas, tesouros fabulosos, envenenamentos e vinganças – e apresenta uma galeria de personagens que retrata o espectro social de um mundo em transformação. Um livro maravilhoso numa edição imperdível.


por Erico Verissimo


Em dezembro de 1963, uma sexta-feira 13, a matriarca Quitéria Campolargo arregala os olhos em sua tumba, imaginando estar frente a frente com o Criador. Mas logo descobre que está do lado de fora do cemitério da cidade de Antares, junto com outros seis cadáveres, mortos-vivos como ela, todos insepultos. Uma greve geral na cidade, à qual até os coveiros aderiram, impede o enterro dos mortos. Que fazer? Os distintos defuntos, já em putrefação, resolvem reivindicar o direito de serem enterrados - do contrário, ameaçam assombrar a cidade. Seguem pelas ruas e casas, descobrindo vilanias e denunciando mazelas. O mau cheiro exalado por seus corpos espelha a podridão moral que ronda a cidade.


por Yukio Mishima


Koo-chan vive um momento de conflito interior no Japão do entre guerras. No começo da adolescência, tem fantasias que combinam impulso sexual e violência sadomasoquista, desejo e morbidez. O rapaz chega a imaginar um "teatro da morte", em que jovens lutadores se enfrentariam como gladiadores, exclusivamente para êxtase do pr￳prio Koo-chan. Á medida que avança na adolescência - e a Segunda Guerra Mundial se desenrola -, o rapaz tenta se interessar por mulheres, entre as quais Omi e Sonoko. Por detrás da máscara de "normalidade", porém, ele sabe que sua orientação sexual não corresponde aos padr￵es convencionais. O protagonista empreende, aos poucos, uma viagem interior de descoberta e construção da pr￳pria identidade.


Lembrando que, além de leitor famoso e advogado, Pedro Pacifico também é escritor e tem um livro lançado chamado 'Trinta segundos sem pensar no medo: Memórias de um leitor'. Se você não conhece o espaço Book.Ster está perdendo muita coisa, pois esse é o espaço que mais incentiva a leitura na internet e um dos mais legais que tem, bora seguir Book.Ster agora. Os Livros Favoritos do Pedro Pacifico


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