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  • Vinicius Monteiro

Os Livros Favoritos de David Bowie

Atualizado: 8 de jun.

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David Bowie, nome artístico de David Robert Jones, (Londres, 8 de janeiro de 1947) foi um cantor, compositor, ator e produtor musical britânico. David Bowie é difícil de definir: ousado, bonito e um estudioso durão. Rumores de ter lido pelo menos um livro por dia, o artista descrevia suas canções como “pequenas histórias com música.”


Por vezes referido como "camaleão do Rock" pela capacidade de sempre renovar sua imagem, tem sido uma importante figura na música popular há cinco décadas e é considerado um dos músicos populares mais inovadores e ainda influentes de todos os tempos, sobretudo por seu trabalho nas décadas de 1970 e 1980, além de ser distinguido por um vocal característico e pela profundidade intelectual de sua obra.


Várias cançoes de Bowie e papéis no cinema têm raízes literárias: seu álbum 'Diamond Dogs', de 1974, apresentava várias canções que foram originalmente escritas para um musical televisionado de George Orwell, mas o esp￳lio do autor negou os direitos. Em 1976, ele foi perfeitamente escalado como um viajante espacial em Nicolas Roeg's 'O Homem que veio do Espaço', baseado no romance de Walter Tevis de 1963 com o mesmo nome.


Quando David Bowie nos deixou em janeiro de 2016, ele deixou não apenas seu legado, mas também uma longa lista de livros. Seu filho, Duncan Jones, iniciou em dezembro de 2017 um 'David Bowie Book Club' para os fãs acompanharem e discutirem os favoritos de seu falecido pai, e agora vamos ver algumas dessas indicações do artista.


Enquanto Agonizo

por William Faulkner


Neste romance, o autor distancia-se da aristocracia sulista americana para falar de gente comum e humilde, como a família Bundren, que se reúne para cumprir o último desejo da matriarca - ser enterrada em Jefferson, ao lado de seus parentes. O marido e os cinco filhos partem com o caixão determinados a cumprir seu objetivo, sem saber como essa viagem mudaria suas vidas.



Ruído Branco

por Don DeLillo


Ruído branco, o oitavo romance de DeLillo, é a hist￳ria de um professor universitário que vive com a família no Meio-oeste americano, numa cidadezinha que é evacuada depois de um acidente industrial. O ruído branco inclui o som sempre presente do tráfego da autoestrada, um murmúrio remoto e constante que contorna nosso sono, como almas mortas balbuciando nas margens de um sonho. Não é tanto com o caráter que DeLillo se preocupa: seu tema é basicamente a cultura, a sobrevivência e a interdependência crescente entre o eu e a comunidade nacional e mundial.



Herzog

por Saul Bellow


O pensador e professor universitário Moses Herzog é um dos mais complexos e fascinantes personagens de Saul Bellow. Na meia-idade, em crise na profissão, traído pela mulher, que o trocou por seu melhor amigo, ele sente sua sanidade vacilar. Só voltas com uma fogosa nova namorada, com a tentativa ingló￳ria de conquistar a guarda da filha pequena e com um livro de filosofia que nunca termina, Herzog escreve cartas (jamais enviadas) a parentes, amigos, inimigos e grandes personalidades vivas ou mortas, como o presidente Dwight Eisenhower e o fil￳sofo Friedrich Nietzsche.



Ilíada

por Homero


Ilíada é a mais antiga e a mais extensa das obras atribuídas Homero e é também o mais antigo texto literário da literatura europeia. O nome do poema deriva de Ílion, nome alternativo da mítica cidade de Troia. Acredita-se que Ilíada tenha sido originalmente uma composição oral, memorizada e recitada em ocasiões especiais, a partir de lendas e de memórias do Período Micênico e da Idade das Trevas. O poema de 5.675 hexâmetros, constantemente citado por filósofos e outros eruditos, exerceu enorme influência tanto na literatura romana quanto na cultura ocidental e descreve apenas um episódio da guerra, com duração de cinquenta e um dias, e com especial ênfase na disputa entre Aquiles e Agamêmnon. Texto de Clóvis de Barros Filho.



Escuridão ao Meio-dia

por Arthur Koestler


Em um país sem nome, Rubashov é membro da velha guarda que ajudou a instaurar o governo totalitário do Número 1; seu trabalho é descobrir os oponentes do regime, interrogá-los e puni-los. Apesar dos anos de serviço ao Partido, a Revolução eventualmente o coloca no banco dos réus, e o torna vítima dos mesmos tratamentos brutais que ele costumava infligir. Preso, torturado psicologicamente e submetido a uma série de interrogatórios, Rubashov é forçado a prestar conta de sua carreira, sentindo na pele as terríveis ironias e traições de um movimento totalitário disfarçado de instrumento de libertação.


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