google.com, pub-4979583935785984, DIRECT, f08c47fec0942fa0
top of page
  • Vinicius Monteiro

Os Órfãos Crítica

Os Órfãos crítica filme cinema longa-metragem crítica de filme crítica de cinema

Esse texto pode conter possíveis SPOILERS

 

Sinopse: Kate (Mackenzie Davis) é uma jovem professora contratada para trabalhar como governanta na mansão de uma família rica. Na casa, localizada em Essex, Londres, vive Flora (Brooklynn Prince) e Miles (Finn Wolfhard), irmãos órfãos que perderam ambos os pais em um acidente próximo à casa. No entanto, ela logo percebe que no local existem outros moradores, não necessariamente vivos.

 

Crítica: "Os Órfãos" é um filme de terror psicológico atmosférico, embora genérico, que se transforma em uma confusão. A diretora de Floria Sigismondi e os roteiristas Carey Hayes e Chad Hayes entregam quase que um remake de "The Turn of the Screw", que eles tornam óbvios desde o início e não são nada sutis em esconder isso.

 

O filme não é uma perda total. Há algumas sequências elegantes e performances sensíveis de Wolfhard e Prince, que parecem poder ir mais longe com seus papéis se o roteiro não os limitasse tanto.

 

"Os Órfãos" parece estar com pressa o tempo todo. Nas cenas iniciais em que descobrimos que Kate tem problemas de abandono e uma mãe com doença mental. Esse desenvolvimento desleixado dos personagens volta a atrapalhar o filme mais tarde, quando tenta se aprofundar nos temas e subtextos de sua narrativa.

 

A designer de produção Paki Smith e a decoradora Justine Wright enchem a mansão com pinturas assustadoras, estátuas esquisitas, rostos de boneca quebrados e salas cheias de pesadelos. Apesar de toda essa atenção aos detalhes e da estranha iluminação da cinematografia de David Ungaro, os sustos tendem a ser desajeitados e o CGI pouco impressiona.

 

Como um todo, "Os Órfãos" é um triunfo do estilo, que poderia ter sido um filme de terror perfeito, se não tivesse sido mal construído a ponto de se tornar incoerente até o final. 

 

Nota: 4



Comments


bottom of page