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  • Vinicius Monteiro

Operação Overlord Crítica

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Esse texto pode conter possíveis SPOILERS

 

Sinopse: Uma tropa de paraquedistas americanos é lançada atrás das linhas inimigas para uma missão crucial. Quando se aproximam do alvo, percebem que não é só uma simples operação militar e tem mais coisas acontecendo no lugar, que está ocupado por nazistas.

 

Crítica: À medida que as horas passam para o Dia D, quatro soldados americanos são deixados para trás das linhas inimigas na França, em uma missão crucial para o sucesso dos desembarques na Normandia. Mas seu objetivo é complicado quando se deparam com um monstruoso experimento nazista em uma igreja fortificada.

 

O promissor diretor Julius Avery faz um ato de abertura feroz, enquadrando a guerra como um espetáculo de terror por si só. A chegada de Boyce ao campo de batalha é um batismo literal de fogo, arrancado de um turbilhão de chamas quando seu avião é abatido e desce ao chão em uma enxurrada de explosões e tiros. O começo te prepara por algo que nunca chega.

 

De alguma forma, 'Operação Overlord' começa a desacelerar, mesmo quando o caos aumenta e o momento máximo do filme chega, as coisas começam a evoluir de assustador para cartunista, de conceito para clichê, em um piscar de olhos.

 

Após um começo de tirar o fôlego, o filme nunca chega à loucura exagerada que precisa atingir. 'Operação Overlord' fica leve e sem graça quando chega na metade. O ritmo paira quando a gangue une forças com a aldeã resistente Chloe (Mathilde Ollivier) para enfrentar um mal.

 

'Operação Overlord' é um passeio divertido, mas o roteiro não é suficientemente corajoso para atingir o ponto certo, e o desfecho sangrento não evoca carnificina suficiente para mascarar a falta de sustos reais.

 

Nota: 6



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