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  • Vinicius Monteiro

O Príncipe do Natal: O Bebê Real Crítica

O Príncipe do Natal: O Bebê Real Crítica

Esse texto pode conter possíveis SPOILERS

 

Sinopse: Aldovia está em clima de Natal enquanto a Rainha Amber (Rose McIver) e o Rei Richard (Ben Lamb) se preparam para tirar um tempo para si e cuidar do seu primeiro filho, que está para nascer. Porém, primeiro eles precisam renovar um sagrado tratado de paz com o reino da Penglia. Quando uma tempestade de neve atinge o castelo na véspera de Natal e o tratado desaparece, o casal real precisa encontrar o ladrão para garantir a segurança de sua família e de seus súditos.

 

Crítica: 'O Príncipe do Natal: O Bebê Real' é um conto de fadas de John Schultz, ambientado em um reino pitoresco coberto de neve, com uma cinematográfica focada em um ambiente bem antigo e pouco envolvente.

 

Embora 'O Príncipe do Natal: O Bebê Real' ofereça uma masmorra, uma maldição e um roubo chocante, é improvável que este filme faça algum efeito quando se junta a um monte de outros filmes clássicos de natal, então mantenha as suas expectativas baixa e aceite que você precisará de algo melhor para salvar sua noite.

 

De certa forma 'O Príncipe do Natal: O Bebê Real' se desvia da fórmula de seus antecessores. Por um lado, Richard e Amber realmente passam muito tempo juntos e parecem realmente se importar, algo que sempre parecia uma reflexão tardia no primeiro e no segundo filme dessa trilogia.

 

Em algum lugar entre o primeiro e o terceiro filme, Richard passou de príncipe playboy mal-humorado para um pai pateta. Um crescimento de personagem meio estranho, mas vou tolerar, pois existe um crescimento pelo menos. A única funcionalidade dele no filme, é tentar construir um berço.

 

Na terceira rodada de 'O Príncipe do Natal', todos aqueles personagens médios interpretados por atores médios retornam, isso é bom, se você gostou de vê-los nos dois primeiros filmes, se não gostou... Força...

 

O filme está cheio de piadas idiotas o tempo todo. Há algumas escolhas preguiçosas para trama; a tradição milenar versus a modernização, enquanto os homens tentam mostrar que serão bons pais, rainha Ming desaprova a ideia de Amber, de que como rainhas devem assinar o antigo tratado ao lado dos reis, nos entregando um clichê de girlpower.

 

O roubo que move a trama é a coisa que você menos se importará. Não há segurança no palácio, o tratado é facilmente roubado e escondido. E quando se descobre que está faltando, a câmera aproxima drasticamente sem ironia no rosto chocado de todos. Há muitas sequências inúteis de natal, incluindo um jogo de tabuleiro e uma ida à pista de patinação no gelo. Tudo é resolvido no final de uma maneira muito conveniente e todos ficam bem.

 

'O Príncipe do Natal: O Bebê Real' é frágil e simples, mas se é o romance real que você deseja, você o encontrou. Honestamente, não há muito o que dizer sobre o filme, ele é festivo e agradável é outra celebração de natal esteticamente agradável com uma trama ruim.

 

Nota: 3



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