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  • Vinicius Monteiro

O Homem nas Trevas Crítica

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Esse texto pode conter possíveis SPOILERS

 

Sinopse: Três adolescentes sempre escapam de seus roubos, todos perfeitamente planejados. No entanto, quando realizam seu último crime, assaltando a casa de um senhor cego, o jogo muda. Encarcerados no local, eles precisam lutar por suas vidas contra um psicopata cheio de segredos e terrivelmente habilidoso.

 

Crítica: O filme começa com uma reviravolta, a história aqui é contada através da perspectiva de criminosos, não de vítimas. A partir daí, Fede Alvarez segue o que parece um caminho familiar, um jogo de sobrevivência.

 

O roteiro faz um trabalho sólido com a difícil tarefa de manter a tensão constante em uma situação física e conceitualmente contida, lançando novos desafios desagradáveis ​​aos personagens, um após o outro, sem nunca ficar muito agitado ou exagerado.

 

Com o silêncio exigido para os protagonistas que sobrevivem a um perseguidor de ouvidos atentos, não há muito diálogo em 'O Homem nas Trevas', permitindo que o diretor e sua equipe limitem totalmente um jogo de gato e rato em termos viscerais.

 

Os personagens e a câmera de Fede Alvarez navegam em seu mundo como um jogador de algum RPG ou jogo de tiro em terceira pessoa navegaria em um ambiente 3D contínuo, controlando tanto um avatar quanto a própria perspectiva através da qual a ação é vista.

 

A câmera rodando de Pedro Luque, os interiores decrépitos do designer de produção Naaman Marshall, a trilha sonora de Roque Banos e as contribuições de três editores reconhecidos ajudam a criar uma espécie de jogo de sobrevivência labiríntico que nunca desce ao sadismo estereotipado e enigmático.

 

Existe uma cena bem legal em 'O Homem nas Trevas'. O Cego tem o bom senso de desligar as luzes do porão enquanto tenta caçar os ladrões que invadiram sua casa. O diretor Alvarez então filma a sequência em um tom acinzentado que parece visão noturna. Os personagens tropeçam com os olhos arregalados e os dedos abertos, tateando em meio à desordem.

 

Há um ponto de trama terrivelmente estúpido envolvendo estupros e a violência, uma vez que começa, é terrivelmente brutal, prolongada e totalmente não sobrenatural. O roteiro, de Alvarez e Rodo Sayagues, aumenta constante e inventivamente a tensão do roubo e do jogo de gato e rato, pelo menos até que tudo fique um pouco ridículo no final.

 

Nota: 7



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