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  • Vinicius Monteiro

O Diabo de Cada Dia Crítica

O Diabo de Cada Dia Crítica

Esse texto pode conter possíveis SPOILERS.

 

Sinopse: Ambientada entre a Segunda Guerra Mundial e a Guerra do Vietnã, 'O Diabo de Cada Dia' acompanha diversos personagens num canto esquecido de Ohio, os quais a vida acaba se conectando. Willard Russell é um atormentado veterano, sobrevivente de uma carnificina, que não consegue salvar sua bela esposa de uma morte agonizante por conta de um câncer, mesmo com toda a oração e devoção de sua parte. Enquanto isso, Carl e Sandy Henderson, um casal de assassinos em série, percorrem as rodovias americanas em busca de modelos adequados para fotografar e exterminar. E no meio disso tudo está Arvin Russell, filho órfão de Willard e Charlotte, que cresceu para ser um homem bom, mas começa a demonstrar comportamentos violentos quando passa a desconfiar que o líder religioso da cidade, Preston Teagardin, é uma farsa.

 

Crítica: A maior parte de 'O Diabo de Cada Dia' é uma crueldade classista, um fracasso total em ver qualquer humanidade na maioria de seus personagens pobres e enfermos. Eles são vítimas e vitimizadores, sem muita ação além disso. O verdadeiro problema é que o filme não parece ter nenhum interesse em sequer tentar localizar um sentido mais profundo de personalidade para os seus personagens.

 

É difícil se preocupar com os personagens decentes porque eles são tão chatos, é impossível se preocupar com os maus porque eles existem apenas para nos ensinar uma lição sobre a falta de confiabilidade da humanidade.

 

Este é realmente um filme repleto de estrelas jovens de Hollywood, do Homem-Aranha a um futuro Batman. Entre um elenco de atores confiáveis, Holland e Keough são os únicos que trazem qualquer sombra emocional real para seus papéis. Pattinson, que geralmente é um jovem artista fantástico, apenas sorri ao longo do filme.

 

O filme é bastante contente em contar sua história sinistra de destinos sombrios e interconectados. Como é intrincadamente elaborado, o filme do diretor Antonio Campos é francamente simples. O diretor, que também escreveu o roteiro com o irmão Paulo Campos, exagera ao tentar abranger toda a extensão do livro da qual o filme é baseado. Esse filme deveria ser uma minissérie para poder ser algo épico.

 

Existem mortes que não precisamos ver, destinos que não precisamos saber, cenas que não levam a história adiante. 'O Diabo de Cada Dia' é apenas um amontoado de pessoas horríveis fazendo coisas terríveis, sem nenhuma razão além de provar o quão miseráveis ​​os humanos podem ser.

 

Nota: 5



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