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  • Vinicius Monteiro

Os Livros Favoritos de Nelson Mandela

Atualizado: há 5 dias

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"A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo."

Nelson Mandela


Nelson Rolihlahla Mandela foi um advogado, líder rebelde e presidente da África do Sul de 1994 a 1999, considerado como o mais importante líder da África Subsaariana, vencedor do Prêmio Nobel da Paz de 1993, e pai da moderna nação sul-africana.


Nascido numa família de nobreza tribal, numa pequena aldeia do interior onde possivelmente viria a ocupar cargo de chefia, recusou esse destino aos 23 anos ao seguir para a capital, Joanesburgo, e iniciar sua atuação política. Passando do interior rural para uma vida rebelde na faculdade, transformou-se em um jovem advogado na capital e líder da resistência não violenta da juventude, acabando como réu em um infame julgamento por traição. Foragido, tornou-se depois o prisioneiro mais famoso do mundo e, finalmente, o político mais galardoado em vida, responsável pela refundação do seu país como uma sociedade multiétnica.


Mandela passou 27 anos na prisão — inicialmente em Robben Island e, mais tarde, nas prisões de Pollsmoor e Victor Verster. Depois de uma campanha internacional, foi libertado em 1990, quando recrudescia a guerra civil em seu país. Um livro que ele começou a escrever em segredo durante seu tempo preso em Robben Island, "Longa Caminhada Até a Liberdade", de Nelson Mandela, detalha sua infância na África do Sul britânica, educação e ascensão política, e os 27 anos que passou na prisão por conspiração para derrubar o Estado. Enquanto seu acesso à literatura se tornou severamente limitado em Robben Island, Mandela continuou a ler o que podia.


Continue lendo os livros que inspiraram e incentivaram Nelson Mandela.


Da Guerra

por Carl Von Clausewitz


Neste livro o general prussiano Carl von Clausewitz apresenta o seu tratado de arte militar publicado em 1832-1837, após sua morte. Clausewitz se mostra um fervoroso defensor da concepção que colocava os valores morais bem acima das forças materiais. Para ele, os meios materiais têm sua importância durante um conflito armado, mas não são decisivos porque a guerra não pode ser considerada como um episódio isolado na história, uma vez que ela está estreitamente ligada à consciência do povo.


"A tese central de Clausewitz, de que a guerra era uma continuação da diplomacia por outros meios, se encaixava com meus próprios instintos." - Nelson Mandela



A Estrela Vermelha Brilha Sobre a China

por Edgar Snow


Edgar Snow foi o primeiro ocidental a entrar no soviete de Yan'an, a fantástica área revolucionária chinesa nascida da Longa Marcha. Foi de lá que ele recolheu os relatos que resultaram na primeira biografia de Mao Zedong, bem como nas conversas inéditas com líderes como Zhou Enlai, Peng Dehuai e outros tantos homens e mulheres responsáveis pela Revolução Chinesa.


"Na brilhante Estrela Vermelha sobre a China, de Edgar Snow, vi que foi a determinação e o pensamento não tradicional de Mao que o levaram à vitória." - Nelson Mandela



As Vinhas da Ira

por John Steinbeck


Dez anos depois do início da Grande Depressão de 1929, Steinbeck criou um manifesto perene com foco na luta dos excluídos. As vinhas da ira representa o confronto entre indivíduo e sociedade, através da epopeia da família Joad, expulsa pela seca dos campos de algodão de Oklahoma, para tentar sobreviver como boias-frias nas plantações de frutas do Vale de Salinas, na Califórnia.


"Li muitos romances americanos e me lembro especialmente de "As Vinhas da Ira", de John Steinbeck, no qual encontrei muitas semelhanças entre a situação dos trabalhadores migrantes naquele romance e nossos próprios trabalhadores e trabalhadores rurais." - Nelson Mandela



Guerra e Paz

por Liev Tolstói


Ao acompanhar o percurso de cinco famílias aristocráticas russas no período de 1805 a 1820, Tolstói narra a marcha das tropas napoleônicas e seu impacto brutal sobre a vida de centenas de personagens.


"Um livro ao qual retornei muitas vezes foi a grande obra de Tolstói, Guerra e Paz. Fiquei particularmente impressionado com o retrato do general Kutuzov, que todos na corte russa subestimaram. Kutuzov derrotou Napoleão precisamente porque ele não era influenciado pelos valores efêmeros e superficiais da corte, e tomou suas decisões em uma compreensão visceral de seus homens e seu povo. Isso me lembrou mais uma vez que para liderar verdadeiramente o povo é preciso também conhecê-lo verdadeiramente." - Nelson Mandela


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