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  • Vinicius Monteiro

Os Livros Favoritos de Malcolm X

Atualizado: há 5 dias

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“Eu sabia ali mesmo na prisão que a leitura havia mudado para sempre o curso da minha vida".

Malcolm X


Nascimento como Malcolm Little, Malcolm X foi um afro-americano, ativista dos direitos humanos, ministro muçulmano e defensor do Nacionalismo Negro nos Estados Unidos. Fundou a Organização para a Unidade Afro-Americana, de inspiração separatista.


Em 21 de fevereiro de 1965, Malcolm X preparava-se para discursar num encontro da OAAU no Audubon Ballroom, em Nova Iorque, quando ap￳s uma confusão, um homem correndo atirou por duas vezes em Malcolm e depois dois outros homens invadiram o palco disparando pistolas semiautomáticas. Malcolm foi assassinado em frente de sua esposa Betty, que estava grávida, e de suas quatro filhas, por três membros da Nação do Islã.


Quando Malcolm X foi para a prisão por furto aos 20 anos, ele começou a frequentar a biblioteca da Norfolk Prison Colony, onde começou a copiar todo o dicionário palavra por palavra, até os sinais de pontuação. Comparando o dicionário a uma enciclopédia em miniatura, ele “aprendeu sobre pessoas, lugares e eventos da história”. Abaixo estão alguns dos livros que o ativista leu na prisão.


As Almas do Povo Negro

por W.E.B. Du Bois


Lançado em 1903, As Almas do Povo Negro é considerado a pedra fundamental do movimento negro nos Estados Unidos no século XX. Pode-se dizer que absolutamente todas as lideranças desse movimento mergulharam nestas páginas e saíram delas com concordâncias, discordâncias, mas, sempre, com inspirações.



A Cabana do Pai Tomás

por Harriet Beecher Stowe


O romance da americana Harriet Beecher Stowe (1811-1896), publicado inicialmente em forma serializada na imprensa, não economiza esforços em produzir emoções, mesmo para os leitores de hoje. Com a história do escravo Tom – ou Tomás, como se consagrou traduzir no Brasil – se entrelaçam episódios de ação, humor e sentimentalismo, além do mais importante, sérias discussões sobre a escravidão. Foi afinal como marco do abolicionismo que A cabana do pai Tomás ganhou fama e proeminência, a ponto de alguns historiadores o apontarem como um dos deflagradores da Guerra Civil Americana (1861-1865), pelo papel de libelo que exerceu.


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