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  • Vinicius Monteiro

Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros Crítica

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Esse texto pode conter possíveis SPOILERS.

 

Sinopse: O Jurassic Park, localizado na ilha Nublar, enfim está aberto ao público. Com isso, as pessoas podem conferir shows acrobáticos com dinossauros e até mesmo fazer passeios bem perto deles, já que agora estão domesticados. Entretanto, a equipe chefiada pela doutora Claire passa a fazer experiências genéticas com estes seres, de forma a criar novas espécies. Uma delas logo adquire inteligência bem mais alta, logo se tornando uma grande ameaça para a existência humana.

 

Crítica: No início do filme, Claire explica a criação do Dominus Rex como uma resposta à forma como os consumidores se cansam de ver os dinossauros, esse é um momento em que 'Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros' enfrenta seus próprios obstáculos. Em 1993, os inovadores dinossauros CGI do Jurassic Park foram um componente importante do apelo do filme. Vinte e dois anos depois, os dinossauros ainda parecem bem magníficos, mas agora que vivemos em um universo cinematográfico sobrecarregado de efeitos digitais, essas feras gigantescas não conseguem mais surpreender como antes.

 

O primeiro filme dos dinossauros foi um blockbuster muito bem feito e que deixou uma marca histórica no cinema, suas duas próximas sequências tentou e se esforçou, mas não conseguiu se superar e entregou um filme sobre monstros. 'Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros' chutou o pau da barraca e se assumiu, como um filme só para ganhar dinheiro mesmo.

 

O enredo do filme meio que remete ao primeiro filme da franquia, um super parque onde as coisas fogem do controle e tudo fica destruído depois dos dinossauros fazerem a festa. A trama e os personagens sofrem de uma falta de imaginação do tamanho de um T-Rex. A única coisa que o filme se esforçou foi em seus efeitos especiais, mas isso já não é algo que impressiona mais.

 

Os dinossauros podem ser mais avançados no Jurassic World, mas as pessoas ao seu redor certamente não estão ficando mais inteligentes. Embora o primeiro filme do Jurassic Park tenha abundância de répteis vorazes, eles são consistentemente enfraquecidos por humanos sem imaginação, tanto na frente quanto atrás da câmera, resultando em uma sequência que é exagerada e com pouca grandeza ou reverência.

 

Nota: 5



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