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  • Vinicius Monteiro

John Wick 2: Um Novo Dia Para Matar Crítica

John Wick 2: Um Novo Dia Para Matar Crítica

Esse texto pode conter possíveis SPOILERS.

 

Sinopse: Após recuperar seu carro, John Wick acredita que enfim poderá se aposentar. Entretanto, a aparição de Santino D'Antonio atrapalha seus planos. Dono de uma promissória em nome de Wick, por ele usada para deixar o posto de assassino profissional da Alta Cúpula, Santino cobra a dívida existente e insiste para que ele mate sua própria irmã, Gianna.

 

Crítica: “John Wick 2: Um Novo Dia Para Matar” foi dirigido por Chad Stahelski, que criou grande parte da ação acrobática em 'Matrix', continua fazendo um bom trabalhar em suas coreografias nas cenas de ação aqui, mas não dá para dizer o mesmo sobre o enredo.

 

John Wick passa o filme matando os bandidos ligados a clubes, então descobre que há uma recompensa de US$ 7 milhões por sua cabeça que, em uma cena divertida de Nova York, resulta em um alerta que inspira todo vagabundo e músico de rua a tentar matá-lo.

 

Para mim, Keanu Reeves continua sendo um uma escolha estranha, a sensação ao ver o ator trabalhando nesse filme, é de que ele simplesmente não acredita nele. “John Wick 2: Um Novo Dia Para Matar” é o tipo de filme em que alguém te contrata para matar a irmã, depois tenta te matar porque você se recusou e depois tenta te matar porque você obedeceu. Talvez dê para entender um pouco porque Keanu Reeves soa tão fora de órbita.

 

A produção capricha em seus cenários e ambientes altamente estilizados: uma catacumba escura iluminada por fachos de luz e flashes; uma sala literal de espelhos iluminada por cores caleidoscópicas; uma estação de metrô toda branca decorada com respingos de sangue vermelho brilhante derramado por inúmeros atiradores mortos.

 

Wick de Reeves é indestrutível. Atingido no estômago, apunhalado na coxa, atropelado por três carros em três ocasiões distintas, ele se levanta, tira a poeira, recarrega e cambaleando um pouco, desfere ainda mais confusão, mas não se preocupe, ele usa o primeiro terno à prova de balas moderno do mundo, então, naturalmente, todos lhe dão a cortesia de não atirar no rosto dele.

 

Quando o filme faz uma pausa longa o suficiente para avançar a história, que muitas vezes comete o erro de demorar um pouco demais, felizmente, há um suprimento inesgotável de capangas para matar logo em seguida. Toda vez que “John Wick 2: Um Novo Dia Para Matar” ameaçar atolar, você pode ter certeza de que logo haverá derramamento de sangue e ossos quebrados.

 

O primeiro filme era uma potente dose de filme B preso a algo semelhante à realidade. “John Wick 2: Um Novo Dia Para Matar” é muito apaixonado por sua própria extravagância e caminha por um espaço vazio, Keanu Reeves volta invadindo covis de bandidos altamente protegidos e os mata derramando e espirrando muito sangue, em um história vazia, com absolutamente sem nada para acompanhar.

 

Nota: 6



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