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  • Vinicius Monteiro

Os Livros Favoritos de John Waters

Atualizado: 24 de mai.

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“Precisamos tornar os livros legais novamente. Se você for para casa com alguém e eles não tiverem livros, não foda com eles.”

John Waters


John Samuel Waters Jr. (Baltimore, Maryland, 22 de abril de 1946) é um cineasta, ator, escritor, jornalista, artista visual e colecionador de arte estadunidense, reconhecido por seu fino bigode, um visual que mantém desde o começo da década de 1970.


John Waters obteve destaque no início da década de 1970 por seus filmes cult do gênero trash/transgessivo. Waters começou a obter êxito comercial com o filme 'Hairspray' (1988), um outro filme de muita fama que ele também dirigiu e escreveu foi 'Pink Flamingos'.


Apesar de ter apartamentos em Nova Iorque e San Francisco, além de um casa de verão em Provincetown, Waters ainda reside em sua cidade natal de Baltimore, onde se desenrola a histó￳ria de todos os seus filmes. E lá que o artista ostenta sua biblioteca com mais de 8.000 títulos. Segue abaixo cinco dos livros indicados por John Waters direto de sua biblioteca.


Tempo é Dinheiro

por Lionel Shriver


Um romance brutalmente honesto, Tempo é dinheiro acompanha as transformações de um casamento que é posto à prova ao mesmo tempo que se fortalece com as exigências de uma doença grave, e se revela uma inesperada oportunidade para a ternura, a renovação da intimidade e o humor ácido. Em uma pesada crítica aos sistemas de saúde, Lionel Shriver se atreve a fazer a temida pergunta: quanto custa a vida de uma pessoa?



Duas Damas de Respeito

por Jane Bowles


A excêntrica e impulsiva Christina Goering, uma rica herdeira novaiorquina, encontra-se com a igualmente imprevisível senhora Copperfield numa festa da alta sociedade. Cada qual a seu modo, as duas mulheres, damas de respeito a quem nada é proibido, estão prestes a trilhar caminhos singulares na busca por seus desejos. Os passos das duas voltam a se cruzar em determinado ponto, com resultados surpreendentes. Publicado originalmente em 1943, o ínico romance de Jane Bowles é uma verdadeira obra-prima, repleta de absurdo. Escrito com sagacidade e compaixão mordazes, Duas damas de respeito é uma agradável e afiada celebração da liberdade feminina, que determina um marco na literatura do século XX.



Middlesex

por Jeffrey Eugenides


Narrado por uma personagem intersexual, sua narrativa percorre então três gerações da família greco-americana Stephanides, tendo como ponto de partida o começo do século XX, quando seus avós deixam um vilarejo nas encostas do Monte Olimpo para se instalar em Detroit, nos Estados Unidos. Em plena Lei Seca, a “Cidade dos Motores” experimenta seus dias de glória, até que eclodem os protestos da população negra, em julho de 1967, que obrigam a família a se mudar para Michigan. Nesta altura, Callie é uma menina de doze anos. Para entender o que a tornou tão diferente das outras meninas, Calíope precisa investigar segredos de família e a espantosa história de uma mutação genética que atravessa as décadas e a transformará em Cal, um dos mais audaciosos narradores da ficção contemporânea.


Plataforma

por Michel Houellebecq


Michel Renault tem quarenta e poucos anos e passa seus dias tentando evitar ao máximo qualquer contato humano. Contudo, após a morte de seu pai, ele decide fazer uma viagem para a Tailândia; lá, ele conhece a jovem agente de viagens Valérie, que começa a injetar nova vida em seu dia a dia.



Precisamos Falar sobre o Kevin

por Lionel Shriver


Aos 15 anos, o personagem Kevin mata 11 pessoas, entre colegas no colégio e familiares. Enquanto ele cumpre pena, a mãe Eva amarga a monstruosidade do filho. Entre culpa e solidão, ela apenas sobrevive. A vida normal se esvai no escândalo, no pagamento dos advogados, nos olhares sociais tortos. Transposto o primeiro estágio da perplexidade, um ano e oito meses depois, ela dá início a uma correspondências com o marido, ínico interlocutor capaz de entender a tragédia, apesar de ausente. Cada carta é uma ode e uma desconstrução do amor. Não sobra uma s￳ emoção inaudita no relato da mulher de ascendência armênia, até então uma bem-sucedida autora de guias de viagem.


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