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  • Vinicius Monteiro

Extraordinária 1° Temporada Crítica

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Esse texto pode conter possíveis SPOILERS.

 

Sinopse: Em Extraordinária, acompanhamos a vida de Jen (Máiréad Tyers), a única pessoa sem poderes em um mundo de super-heróis. Apesar de seus amigos tentarem várias formas para induzir os poderes da garota, nada parece funcionar. Então, para a tristeza de Jen, só lhe resta a opção de viver sua vida como uma pessoa comum e, ao menos, estar por perto para apoiar seus amigos super-poderosos. Apesar disso, sua vida é cheia de aventuras inesperadas e, mesmo acreditando não ter nada de especial, ela vai descobrir que não precisa de poderes para deixar sua marca na vida daqueles ao seu redor.

 

Crítica: A roteirista e criadora da série, Emma Moran, monta diversos desafios diários para a personagem principal, Jen, e alguns dos quais são construídos a partir de algum problema relacionado ao poder. A série não tenta provocar mudanças sociais, expor a corrupção ou combater alienígenas que aparecem através de um portal. "Extraordinária" faz parte desse canto fértil da ficção científica, onde há uma diferença fundamental em relação ao nosso próprio mundo e o resto das mudanças fluem a partir daí.

 

Um dos truques de "Extraordinária" é perceber que muitos desses poderes são apenas exageros de coisas que as pessoas já eram capazes. O padrasto de Jen é um super empático, capaz de dizer definitivamente as emoções que uma pessoa perceptiva poderia intuir. A mãe de Jen é capaz de controlar eletrônicos, mas não tem ideia de como usar qualquer um deles. Até mesmo o fato de que o amigo de Jen, às vezes pode voar, parece secundário ao seu nível ridiculamente alto de confiança.

 

Talvez a coisa mais nítida que Moran faz em "Extraordinária" seja evitar fazer dos poderes uma metáfora fácil. Não é um substituto para o amor, sexo ou auto aceitação. Em um mundo repleto de uma ampla seção da humanidade, esses poderes representam coisas muito diferentes para pessoas diferentes.

 

Como um todo, esta primeira temporada deixa espaço para exploração e melhoria, mas para começar é mais do que suficiente para provar que "Extraordinária" tem algumas habilidades especiais para mantê-lo funcionando, independentemente de seu personagem principal também tê-las ou não.

 

Os momentos de super-heróis são bem engraçados, como quando a personagem Carrie canaliza Hitler para que eles possam torturá-lo e fazer Jen se sentir melhor. Além disso, os poderes que são mostrados parecem ser ilimitados, mas não tornam as pessoas que os têm poderosas.

 

Uma das coisas que tornou a primeira temporada de "Extraordinária" tão divertida é que a criadora Emma Moran não enviou a história em um milhão de direções diferentes. Ela também não se apoiou muito no tropo de que todos têm poderes, e eles os usam por razões mundanas. As histórias saíram das personalidades dos personagens principais, com seus poderes sendo usados como tempero cômico.

 

A jornada de Jen sempre será a chave para a série, e vê-la cavalgar os altos e baixos enquanto ela entra na bagunça que é sua mente para encontrar algumas respostas será divertido. "Extraordinária" brinca com o gênero super heróis e traz uma série interessante de acompanhar, eu acho que ela conta muitas histórias ao mesmo tempo, mas quero muito uma segunda temporada.

 

Nota: 7



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