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  • Vinicius Monteiro

Esquadrão 6 Crítica

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Esse texto pode conter possíveis SPOILERS

 

Sinopse: Liderados por um homem enigmático (Ryan Reynolds) e mais seis bilionários forjam as suas próprias mortes e criam um grupo de elite para combater o crime e mudar o mundo.

 

Crítica: O tratamento da Netflix com esse projeto de aparência cara ainda é intrigante, estreando-o nos cinemas por dois dias inteiros antes de chegar ao serviço de streaming. É verdade que a Netflix gasta muito dinheiro bancando todos os tipos de programação e Reynolds possui o tipo de seguidores leais que provavelmente atrairão a atenção que o serviço deseja.

 

'Esquadrão 6' mostra-se tão desigual em seu tom que é difícil imaginar um buraco profundo o suficiente para enterrar sua bobagem. O enredo é bastante simples, mas está tão sobrecarregado com cenas de ação incoerentes e diálogos assustadores que quaisquer recursos que possam ter tornado o 'Esquadrão 6' algo divertido se perdem completamente.

 

A ação é tão ininterrupta que se torna superficial, não divertida e não há nenhuma tentativa de esconder os patrocinadores do filme, desde o adesivo gigante da Red Bull Reynolds com um capacete no começo do filme até fotos de destaque dos relógios Chopard.

 

“Esquadrão 6” está cheio de explosivos para ter espaço para qualquer personagem mais complexo do que o "cara mal-humorado" e o "cara mau". Não há personagens ou histórias suficientes aqui, é tudo muito raso quando se trata de desenvolvimento.

 

O primeiro pensamento ao assistir algo como 'Esquadrão 6' é "O que eles estavam pensando?" até você perceber que pensar tinha pouco a ver com isso. O objetivo aparente era fazer um filme de ação para pessoas que não estão afim de pensar. “Esquadrão 6” é uma paródia ruim dos filmes de Michael Bay, dirigido pelo próprio Michael Bay.

 

Nota: 4



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