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  • Vinicius Monteiro

Drácula de Bram Stoker (1992) Crítica

Atualizado: 28 de mar.

Drácula de Bram Stoker (1992) Crítica

Esse texto pode conter possíveis SPOILERS.

Sinopse: No século XV, um líder e guerreiro dos Cárpatos renega a Igreja quando esta se recusa a enterrar em solo sagrado a mulher que amava, pois ela se matou acreditando que ele estava morto. Assim, perambula através dos séculos como um morto-vivo e, ao contratar um advogado, descobre que a noiva deste é a reencarnação da sua amada. Deste modo, o deixa preso com suas "noivas" e vai para a Londres da Inglaterra vitoriana, no intuito de encontrar a mulher que sempre amou através dos séculos.

Crítica: O título da versão do diretor Francis Ford Coppola, indica uma estratégia de marketing baseada, não apenas em calafrios e caos, mas também em respeito pela reputação literária e fidelidade à obra original. 'Drácula de Bram Stoker' fica bem próximo do enredo do romance, com seus detalhes da vida do final do século 19, juntamente com explosões de sangue no estilo do final do século 20.

A versão original de Stoker é uma visão infantil vitoriana do amor como uma história de terror marcante. O diretor apresenta ao público uma visão do tipo conto de fadas, uma espécie de história infantil com presas.

Francis Ford Coppola ressuscita uma série de convenções cinematográficas de anos passados, complementando efeitos especiais de alta tecnologia com truques de câmera antiquados que evocam a atmosfera de magia, o que para mim soou estranho, é difícil aceitar a proposta de visão do diretor.

Quanto ao perverso Drácula, Gary Oldman o interpreta soberbamente, passando do hediondo ao hilário com uma facilidade incrível. Anthony Hopkins causa uma impressão igualmente forte como Van Helsing, o caçador de vampiros e Tom Waits merece um aceno de cabeça por sua interpretação de Renfield, o lunático.

Francis Ford Coppola e sua equipe de produção entregam um visual com uma paleta de cores vibrantes, que trazem o fantástico e reforçam o obscuro. Eiko Ishioka é um artista japonês que desenhou magníficos figurinos, e fez um trabalho incrível. Thomas Sanders, que desenhou os cenários, também faz um trabalho fantástico ao contar essa história visualmente.


‘Drácula’ é um filme bonito de se assistir, é um verdadeiro espetáculo, mas o diretor Francis Ford Coppola entrega uma obra muito estranha, os elementos não parecem se misturar bem.


Nota: 5



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