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  • Vinicius Monteiro

Daisy Jones and The Six Crítica

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Esse texto pode conter possíveis SPOILERS.

 

Sinopse: A trama gira em torno de uma famosa banda de rock dos anos 70, desde sua ascensão meteórica na cena musical de Los Angeles até sua separação inesperada no auge de sua popularidade. A princípio, Daisy (Riley Keough) é uma garota de 18 anos que sempre sonhou em ser uma estrela do rock. Em paralelo, The Six, banda liderada por Billy Dunne (Sam Claflin), começa a encontrar seu lugar em meio a música. Quando o caminho de ambos se cruzam, um produtor percebe o potencial que ambos artistas poderiam ter se unissem forças. A série é produzida pela atriz Reese Witherspoon.

 

Crítica: "Daisy Jones and The Six" é uma minissérie de drama musical desenvolvida por Scott Neustadter e Michael H. Weber, baseada no romance homônimo de 2019 de Taylor Jenkins Reid. A série ganhou várias indicações no 75º Primetime Emmy Awards, incluindo Melhor Série Limitada ou Antologia, Melhor Atriz Principal em Série ou Filme Limitado ou Antologia para Keough, e Melhor Atriz Coadjuvante em Série ou Filme Limitado ou Antologia para Morrone.

 

Não é a melhor série do mundo, mas "Daisy Jones and The Six" é uma versão agradável do mundo do rock and roll dos anos 70. A série não é sobre o submundo sombrio da indústria ou da época em que se passa, mas a verdade por trás de por que essa banda fictícia surpreendentemente se separou no auge de sua fama.

 

Os dois primeiros episódios são divertidos, enquanto acompanhamos a banda pagando suas cotas em clubes sombrios, enquanto Daisy aprimora o seu ofício, faz amizade com a "pioneira da discoteca" Simone Jackson (Nabiyah Be) e aprende o quão traiçoeiro o negócio pode ser.

 

Após os dois episódios, a série até que continua divertida, no entanto, "Daisy Jones and The Six" fica morna quando opta por ser melodramática. Toda a série é carregada de melodrama e para mim, esse foi um dos maiores problemas. Não curto melodrama, mas aqui, o tom deixou a série "novelesca" demais em certos pontos.

 

Há algumas subtramas bem superficiais, como a amizade de Daisy com a estrela da discoteca Simone Jackson (Nabiyah Be) e o potencial romance de Daisy e Billy, que deixam as coisas agitadas enquanto nada acontece.

 

As canções são representações perfeitas do rock suave dos anos 1970. Há também uma sensação crescente de que "Daisy Jones and The Six" desperdiça seu cenário e período ao ficar no estúdio ou na casa de Billy por longos períodos de tempo.

 

A forma da série é provavelmente a coisa mais interessante sobre ela. Ancorado por depoimentos de cada membro da banda, "Daisy Jones and The Six" entrega um efeito de documentário quase que real. A série se desenrola com cenas intercaladas entre a narrativa principal de flashback ao lado de filmagens amadoras captadas pela personagem Camila.

 

"Daisy Jones and The Six" tem um brilho desbotado, mesmo quando a série caminha entre temas como vício, isolamento, agressão sexual, abandono, o espectador nunca chega junto no ápice das emoções. No fim das contas, é uma série que parece pequena para uma banda que supostamente era tão grande.

 

Nota: 6





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