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  • Vinicius Monteiro

Blade Runner: Black Lotus Crítica

Atualizado: 8 de set. de 2023


Blade Runner Black Lotus Crítica

Esse texto pode conter possíveis SPOILERS.

Sinopse: Blade Runner: Black Lotus se passa entre Black Out 2022 e 2036 Nexus Dawn. A trama acompanha Ellie, uma réplica que acorda desorientada, sem memória alguma sobre quem é, na traseira de um carro e descobre em seu corpo uma tatuagem no formato de uma lótus negra. Ela encontra no meio de suas coisas um aparelho estranho contendo informações que ela não entende. Enquanto vaga por Los Angeles, Ellie é atacada por uma gangue e acaba recordando seu nome e onde vive. Aos poucos, ela consegue juntar os pedaços desse quebra-cabeça para descobrir quem é e qual o seu propósito.

Crítica: Quase quatro décadas após a estreia do filme de Scott nos cinemas, e apenas quatro anos após o lançamento da continuação de Denis Villeneuve em 2017, 'Blade Runner: Black Lotus' pode não ser o anime que os fãs da série esperavam ou imaginavam quando foi lançado.

Aramaki e Kamiyama entendem o que faz de Blade Runner um universo tão duradouro e ressonante, tanto visual quanto tematicamente. E 'Blade Runner: Black Lotus' se concentra nesses atributos por meio da busca de um replicante por significado - e vingança - apresentada por meio de uma interpretação de um futuro alternativo de Los Angeles no meio de se tornar a metrópole sombria pós-antropoceno vislumbrada em 'Blade Runner 2049'.

Nas mãos de Aramaki e Kamiya, o primeiro e o segundo episódio de 'Blade Runner: Black Lotus' já apresentam uma melhoria marcante em relação à série anterior dos diretores, em termos de visual e ação. A composição atmosférica de cenas selecionadas, como Elle iluminada pelo brilho fluorescente verde dos faróis de um caminhão de entrega automatizado ou a luta climática no pátio no final do segundo episódio em que Elle brande uma katana enquanto iluminada em vermelho néon etéreo, são particularmente impressionantes.


A estrutura dos dois primeiros episódios, que salta para frente e para trás entre o despertar de Elle no deserto e vários dias após sua chegada a Los Angeles, pode ser um pouco confusa para alguns dá audiências, mas essa confusão temporária serve para colocar o espectador na perspectiva da própria Elle enquanto ela examina os estímulos do mundo ao seu redor.

O enredo dos episódios de abertura de 'Blade Runner: Black Lotus' demora um pouco para aumentar, pois estabelece a busca de Elle por respostas, bem como o estado do próprio mundo, mas eventualmente se transforma em uma cativante história de vingança neo-noir de ficção científica conforme a série avança.

Elle é uma lutadora capaz, e a típica heroína que gostamos, após os primeiros episódios lentos e confusos, ela ganha mais autonomia e se torna uma personagem mais bem desenvolvida. A construção lenta para conectar as peças do quebra-cabeça da vida de Elle é promissora, e sua sensibilidade adulta faz com que 'Blade Runner: Black Lotus' valha a pena. Blade Runner: Black Lotus Crítica


'Blade Runner: Black Lotus' captura a vibração geral e a estética estabelecida no filme de Ridley Scott de 1982. No entanto, a animação em CGI pouco impressiona. A série começa confusa e lenta, e aos poucos ela vai tomando fôlego com mais personagens, trama e ação.


Nota: 5

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