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  • Vinicius Monteiro

Conceição Evaristo é a nova imortal da Academia Mineira de Letras

Conceição Evaristo é a nova imortal da Academia Mineira de Letras

A Academia Mineira de Letras elegeu a nova ocupante da cadeira de nº 40, Conceição Evaristo – ficcionista,  poeta mineira e um dos nomes mais importantes da literatura brasileira contemporânea, com traduções para o inglês, francês, espanhol, árabe, italiano e eslovaco.


Segundo a comissão de apuração, formada pelos acadêmicos Antonieta Cunha, J. D. Vital e Luis Giffoni, a escritora disputou a cadeira de Nº 40 com outros 5 candidatos e foi eleita com 30 votos, entre 34 votantes. A cadeira de nº 40 foi fundada por Pinto de Moura e tem como patrono Visconde de Caeté. Já foi ocupada por Affonso Penna Júnior e, depois, pela professora doutora, ensaísta, romancista, poeta e crítica literária Maria José de Queiroz, falecida em novembro do ano passado.


A Academia Mineira de Letras MHM é a entidade literária máxima do estado de Minas Gerais, fundada em Juiz de Fora, em 1909. Sua fundação foi feita por 12 intelectuais capitaneados por Machado Sobrinho. Foram então eleitos outros 18 intelectuais de todo o estado para integrar a academia. Em 1915, a Academia Mineira de Letras mudou-se para a nova capital de Minas Gerais: Belo Horizonte, onde permanece até hoje. Em 1987, mudou-se definitivamente para o Palacete Borges da Costa. Em 1994 foi construído o auditório Vivaldi Moreira, projetado pelo arquiteto Gustavo Penna.


Em 2015, Conceição Evaristo recebeu o Prêmio Jabuti na categoria contos e crônicas pelo livro Olhos D’água. Em 2017 recebeu o Prêmio Cláudia na categoria Cultura; já em 2018, o Prêmio Revista Bravo na categoria Destaque, o Prêmio do Governo de Minas Gerais pelo conjunto de sua obra, o Prêmio Nicolás Guillén de Literatura pela Caribbean Philosophical Association e o Prêmio Mestre das Periferias pelo Instituto Maria e João Aleixo. Em 2019, foi a grande homenageada do 61° Prêmio Jabuti como personalidade literária. Em 2023, foi agraciada com o Prêmio Juca Pato como Intelectual do Ano e laureada com o prêmio Elo no Festival Internacional das Artes de Língua Portuguesa.

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