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  • Vinicius Monteiro

Cidades de Papel Resenha

Atualizado: 29 de jan.

Cidades de Papel Resenha

Esse texto pode conter possíveis SPOILERS.

Sinopse: Quentin Jacobsen tem uma paixão platônica pela magnífica vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman. Até que em um cinco de maio que poderia ter sido outro dia qualquer, ela invade sua vida pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita. Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola e então descobre que o paradeiro da sempre enigmática Margo é agora um mistério. No entanto, ele logo encontra pistas e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele achava que conhecia.

Resenha: As obras do autor John Green sempre tem sua proposta em falar diretamente com os jovens, de forma objetiva e sincera. A linguagem do escritor é despretensiosa e divertida, dando um ritmo suave e ao mesmo tempo ágil à trama e nesse livro não é diferente. Em 'Cidades de Papel', ele aborda uma das fases mais difíceis na vida de qualquer pessoa, aquela de transição da juventude para a seriedade e as responsabilidades de uma vida adulta.

A primeira parte do livro é realmente legal. O livro começa com grandes expectativas, narrando uma situação em que Quentin e Margo encontram uma pessoa morta quando eram bem pequenos, com um início desse não tem como você não se prender a trama. Infelizmente a história caminha para uma trama muito cansativa.

'Cidades de Papel' é composto por personagens estereotipados demais. Margo Roth Spiegelman é muito carente, nenhuma atitude que a garota tem é justificável e plausível, com certeza ela é o que há de pior nesse livro. Quentin Jacobsen é quem sustenta o livro e ele também não é um personagem muito carismático e tudo o que o envolve é repetitivo.

Eu não larguei o livro pela metade, pois eu não consigo abandonar uma leitura, eu vou até o fim. Segundo que, quando Margo desaparece, o livro deixa você preso nesse mistério em querer saber o que aconteceu com ela. O mistério aqui não é algo extraordinário, muito pelo contrário, a jornada de Quentin Jacobsen através das pistas só deixam a história mais cansativa ainda além de nos levar em uma aventura chata.

E finalmente depois de uma leitura com muito esforço e arrastada, eu cheguei ao final do livro, que infelizmente decepciona muito. 'Cidades de Papel' gera uma grande expectativa para o final do livro e não consegue corresponder às expectativas.

'Cidades de Papel' gira o tempo inteiro falando sobre um único assunto que fica cansativo. O desfecho é sem graça e os fundamentos do mistério da história são muito ruins. A trama é sem graça e sem explicação, não há motivos para justificar o comportamento da personagem principal e o final deixa um gostinho amargo na boca. Cidades de Papel Resenha


Nota 4


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