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  • Vinicius Monteiro

Carrie, a Estranha (2013) Crítica

Atualizado: 28 de mar.

Carrie, a Estranha (2013) Crítica

Esse texto pode conter possíveis SPOILERS.

Sinopse: Carietta White (Chloë Grace Moretz) sempre foi oprimida pela sua mãe, Margaret (Julianne Moore), uma fanática religiosa. Além dos maus tratos em casa, Carrie também sofre com o abuso dos colegas de escola, que nunca compreenderam sua aparência nem seu comportamento. Ridicularizada por todos, aos poucos ela descobre que possui estranhos poderes telecinéticos, que se manifestam com força total durante sua festa de formatura.

Crítica: A genialidade da Carrie de Stephen King em suas várias formas é que não é preciso muito refinamento para transformar a agonia da vida escolar em um show de terror literal. Ser uma adolescente sensível no ensino médio é assustador o suficiente, mesmo sem mães abusivas, talheres voadores e baldes com sangue de porco.

'Carrie, a Estranha' trás atualizações para a sua história, mas não basta apenas atualizar a era e adicionar smartphones à mistura. A diretora Kimberly Peirce deveria ter adotado um tom mais cômico ou mais sombrio, explorando o isolamento social e avaliando as influências prejudiciais dos valentões da escola e de uma mãe que tranca a filha em um armário para se arrepender de seus pecados.

Kimberly Peirce, trabalhando a partir de um roteiro co-creditado por Lawrence D. Cohen e Roberto Aguirre-Sacasa, quer que o espectador se identifique com Carrie. Ela gasta mais tempo de tela tornando a personagem simpática.

Chloë Grace Moretz traz uma energia totalmente diferente e menos apropriada para o papel. A atriz rapidamente estabelece que sua personagem pode cuidar de si mesma. Sua ferocidade pode inspirar o público a ter pena dos agressores antes dela desencadear uma destruição. Julianne Moore é exagerada dando vida à mãe maluca religiosa de Carrie.

Tecnicamente a produção é superior, mas considerando o aumento no orçamento e os avanços nos efeitos especiais durante os quase 40 anos desde que De Palma visitou o mundo de Carrie, isso não é surpreendente. Há algumas escolhas estranhas nos ângulos de câmera, algumas cenas são estranhamente filmadas.

Quando Carrie usa sua telecinese para destruição vingativa, durante a famosa cena do baile, o inferno que ela desencadeia é excessivo e cheio de CGI. Nesta versão, a famosa cena é muito mais tediosa do que assustadora. 'Carrie, a Estranha' não é muito divertido, mas também não tão sério, é apenas mais um remake inferior. Carrie, a Estranha 2013 Crítica


Nota: 5




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