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  • Vinicius Monteiro

Código da Vinci Crítica

Atualizado: 31 de dez. de 2023

Código da Vinci Crítica

Esse texto pode conter possíveis SPOILERS.


Sinopse: Robert Langdon (Tom Hanks) é um famoso simbologista, que foi convocado a comparecer no Museu do Louvre após o assassinato de um curador. A morte deixou uma série de pistas e símbolos estranhos, os quais Langdon precisa decifrar. Em seu trabalho, ele conta com a ajuda de Sophie Neveu (Audrey Tautou), criptografa da polícia. Porém o que Langdon não esperava era que suas investigações o levassem a uma série de mensagens ocultas nas obras de Leonardo Da Vinci, que indicam a existência de uma sociedade secreta que tem por missão guardar um segredo que já dura mais de 2 mil anos.

Crítica: O filme é tão dependente da exposição que não há espaço para mais nada, seja personagem, atmosfera ou mesmo cenários de ação, a narrativa opera não por meio das motivações e desejos dos personagens, mas por meio de uma série de quebra-cabeças e pistas.

O Código Da Vinci tem ritmos estranhos para um thriller. Explosões de ação são interrompidas por longos períodos de exposição. O crime é essencialmente resolvido em torno de duas horas, chegando a uma conclusão previsível e prolongada.

O longa faz um trabalho impressionante ao misturar fatos, especulações e pura ficção em uma mistura intrigante. As sequências de ação, por outro lado, são diretas demais para serem mais do que uma distração.


O elenco é impressionante e é encabeçado pelo Tom Hanks, a beleza francesa de Audrey Tautou e o respeitado ator britânico Ian McKellan. Todos fazem o melhor trabalho que podem com caracteres finos como papel. Ninguém tem muita oportunidade de se destacar.


Paul Bettany traz um pouco de ameaça ao seu papel como o bandido mais visível, mas ele nunca é realmente assustador. A química entre Hanks e Tautou é morna na melhor das hipóteses. Se houver algo além de um leve afeto entre eles, isso não será transmitido.

A revelação mais surpreendente na versão cinematográfica de O Código Da Vinci é a maneira como ela suaviza sua premissa provocativa o deixando tedioso. O que surge é um filme melodramático, com uma trilha sonora irritante, que tenta dar um pouco de vida ao filme. Código da Vinci Crítica

Nota 4




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