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  • Vinicius Monteiro

Os Livros Favoritos de Bob Dylan

Atualizado: há 5 dias

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Bob Dylan, nascido Robert Allen Zimmerman é um cantor, compositor, escritor, ator, pintor e artista visual norte-americano e uma importante figura na cultura popular há mais de cinquenta anos. O artista foi laureado com o Nobel da Literatura de 2016, por "ter criado novos modos de expressão poética no quadro da tradição da música americana". E, assim, tornou-se o primeiro e único artista na história a ganhar, além do Prêmio Nobel, o Pulitzer, o Oscar, o Grammy e o Globo de Ouro. Os Livros Favoritos de Bob Dylan

Ao receber o Prêmio Nobel de Literatura em 2016, Bob Dylan respondeu de maneira tradicional e não tradicional: ele não fez comentários por duas semanas após o anúncio, ignorou as ligações da Academia, não compareceu à cerimônia e recebeu o prêmio em um moletom com capuz quatro meses depois.


Continue lendo para conhecer as influências literárias de Bob Dylan.


Almoço Nu

por William S. Burroughs


Lançado em Paris em 1959, Almoço nu logo se tornou um dos romances mais importantes do século XX. Influência determinante na relação entre arte e obscenidade, a obra redefiniu não apenas a literatura, mas a cultura americana como um todo. O protagonista é ojunkie William Lee, que faz uma viagem surreal e orgíaca pela devastada terra das drogas, da depravação, das tramas políticas e dos experimentos sádicos. Construído numa série de vinhetas, que até podem ser lidas fora de ordem, o livro se inspira nas experiências inusitadas do próprio Burroughs em lugares como México, Tânger e Estados Unidos, e no seu vício em heroína, morfina e outras drogas.



Da Guerra

por Carl Von Clausewitz


Neste livro o general prussiano Carl von Clausewitz apresenta o seu tratado de arte militar publicado em 1832-1837, após sua morte. Clausewitz se mostra um fervoroso defensor da concepção que colocava os valores morais bem acima das forças materiais. Para ele, os meios materiais têm sua importância durante um conflito armado, mas não são decisivos porque a guerra não pode ser considerada como um episódio isolado na história, uma vez que ela está estreitamente ligada à consciência do povo.



Vitória

por Joseph Conrad


O livro traz temas recorrentes na obra de Conrad, como a solidão, a inconformidade com o mundo, o conflito entre o mal e a esperança. Seu protagonista, Axel Heyst, instala-se em uma ilha no sul asiático, em total isolamento, após um fracasso comercial que não abala sua aceitação resignada do destino. Mas a aparição de uma jovem musicista desperta nele um instinto de proteção que o levará a uma crise de identidade e, mais tarde, ao enfrentamento de grandes perigos.



A Deusa Branca

por Robert Graves


Robert Graves traz à baila diversos tópicos: as raízes da chamada Tradição Hiperboreal; o cerne da cultura celta; a história evolutiva do alfabeto fonético ocidental; o percurso das principais rotas migratórias durante a Idade do Bronze na bacia mediterrânea e no continente europeu ocidental; o arcaico culto da Deusa das origens paleolíticas até o mundo mariano do cristianismo, passando pela mitologia grega e pela bruxaria medieval; o segredo do número da Besta, o 666; a revelação do secretíssimo Nome do Deus de Israel; além de muitas outras jóias preciosas.



Moby Dick

por Herman Melville


Narrado pelo tripulante Ismael, este livro conta a história do capitão Ahab, um misterioso e vingativo marujo que tem uma missão pessoal para a qual está disposto a arrastar toda a população de seu navio: capturar Moby Dick. Tomado por esta ideia fixa, Ahab vai à caça da lendária baleia que devorou sua perna e que, embora cravejada de arpões, segue nadando em liberdade e intimidando até os marinheiros mais bravos. Tão grandioso e inacreditável quanto a missão de Ahab, este romance é um marco da literatura, com sua ousada mistura de estilos, como o teatro, o ensaio e a aventura.



Trópico de Câncer

por Henry Miller


Trópico de Câncer traz relato autobiográfico e ficcional das aventuras de Miller. entre prostitutas e cafetões, entre pintores e escritores sem dinheiro em Montparnasse, que chega a Paris após abandonar nos EUA um casamento arruinado e uma carreira estagnada. Um Henry Miller sem um centavo no bolso e ainda não publicado chega a Paris nos anos 1930. Deixando para trás uma vida infeliz nos Estados Unidos neste Trópico de Câncer, o momento é de libertação. Miller depara-se com a vida boêmia da capital francesa e não apenas a enfrenta, mas, sem hesitação e com vigoroso deleite, vive dias e noites de erotismo e liberdade.


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