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  • Vinicius Monteiro

Alice e Peter: Onde Nascem os Sonhos Crítica

Alice e Peter: Onde Nascem os Sonhos Crítica

Esse texto pode conter possíveis SPOILERS.

 

Sinopse: Antes de Peter se tornar Pan e Alice visitar o País das Maravilhas, eles eram irmãos que viviam em uma idílica casa de campo com seus pais e seu irmão mais velho. Após a trágica morte do irmão, Alice e Peter Pan decidem ajudar seus pais, Rose e Jack, a superarem a dor dessa perda tão traumática.

 

Crítica: E temos mais uma história de origem em 'Alice e Peter: Onde Nascem os Sonhos'. O longa traz uma história “amigável para a família” de como Peter Pan e Alice surgiram. A roteirista Marissa Kate Goodhill torna Peter e Alice irmãos e os joga em uma família biracial cheia de todos os tipos de problemas horríveis de adultos. Enquanto seus pais, Jack (David Oyelowo) e Rose (Angelina Jolie) lidam com vícios, problemas de dinheiro e a morte de um filho, Peter e Alice escapam para um mundo de fantasia horrivelmente caprichoso e cheio de elementos familiares de seus respectivos contos.

 

'Alice e Peter: Onde Nascem os Sonhos' traz uma Inglaterra vitoriana fictícia revisionista muito bem vinda, mas infelizmente, o filme tropeça em seu caminho para a terra da fantasia. O longa também é recheado de referências em forma de Easter Eggs durante sua projeção, os elementos famosos das histórias de Alice e Peter são jogados na tela, é quase que uma brincadeira de adivinhação, é claro que tudo é muito óbvio, mas divertido.

 

O filme meio que cria um “mito de origem” de realidade alternativa para Peter Pan e Alice Liddell, imaginando-os como irmãos, tomados de tristeza quando um terceiro irmão morre. Surpreendentemente, o enredo à medida que se desenrola não combina com as histórias fictícias bem estabelecidas de Peter e Alice e nem com as situações do mundo real de como os autores criaram seus personagens lendários.

 

Os efeitos especiais aparecem de repente, visualizando a imaginação das crianças e dando a entender que o público pode visitar um mundo de fantasia, mas a viagem nunca acontece. Por quase 80 dos 94 minutos de duração do filme, a roteirista Marissa Kate Goodhill está ocupada demais estabelecendo o entediante "mundo real" em que essas duas crianças foram criadas, até que o público inevitavelmente percebe que o filme não tem intenção de nos levar a outro lugar.

 

O final é melancólico, até mesmo mágico, pode ser lido como terrível, lamentável, sombrio, embora você queira dizer "o oposto de maravilhoso e feliz". Ainda assim, a música, as performances e os efeitos visuais insistem que isso é adorável. 'Alice e Peter: Onde Nascem os Sonhos' pretende ser uma exposição amargamente irônica da desintegração de uma família? Pode ser.

 

Não sei o que 'Alice e Peter: Onde Nascem os Sonhos' deve ser, que lições está transmitindo ou para quem foi feito. As crianças não se interessaram pelas imagens do retrocesso e os adultos acharão suas representações de vício, luto e violência superficiais, prolongadas e não recomendadas para os pequenos. Em sua estreia em live-action, a diretora Brenda Chapman falha miseravelmente em integrar o horror e a fantasia.

 

Nota: 4




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