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  • Vinicius Monteiro

Emma Crítica

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Esse texto pode conter possíveis SPOILERS

 

Sinopse: Emma Woodhouse é uma jovem rica e inteligente, que não tem pretensões de se casar tão cedo, para ficar sempre perto do pai. Porém, isso não a impede de dar uma de 'casamenteira', tentando juntar casais que considera apropriados entre seus conhecidos, sem perceber os problemas causados com sua imaginação e teimosia. O filme é baseado no romance de Jane Austen de mesmo nome.

 

Crítica: Autumn de Wilde e a roteirista Elenor Catton oferecem uma adaptação amplamente fiel e incontestável, lindamente encenada e agitada por um elenco adepto de equilibrar inteligência e romance.

 

Anya Taylor-Joy consegue o aspecto mais difícil de interpretar Emma, ​​que é sugerir o coração quente sob sua vaidosa autoconfiança. Taylor-Joy dá ao personagem uma inocência vencedora no início e um desânimo devastador depois que ela percebe o quão egoísta ela tem sido.

 

A figurinista Alexandra Byrne, que já tem um Oscar por seu trabalho em 'Elizabeth: A Era de Ouro', supera-se com os vestidos elaboradamente padronizados e os casacos ricamente texturizados de “Emma”. Sob as lentes elegantes de De Wilde, as roupas parecem recém-saídas da passarela.

 

Os detalhes do período são extravagantes e esmagadores. A cinematografia de Christopher Blauvelt é a beleza em si, da casa de Knightley, com uma enorme galeria cheia de arte, até a extensa paisagem verde. O design de produção de Kave Quinn é adorável, mas pode distrair os temas sociais e românticos do filme.

 

Há artificialidade em “Emma” que, embora seja uma alegria assistir e admirar, não nos deixa com um impacto duradouro. Mas, apesar de tudo isso, é revigorante ver uma adaptação de Austen que finalmente captura os talentos espirituosos e satíricos do autor.

 

Nota: 7




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