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  • Vinicius Monteiro

Duna (1984) Crítica

Duna (1984) Crítica

Esse texto pode conter possíveis SPOILERS.

 

Sinopse: Em 10.190 D.C., um duque e sua família são mandados pelo Imperador para Arrakis, um árido planeta conhecido como Duna, que tem uma matéria essencial às viagens interplanetárias: a Especiaria. O motivo desta mudança é que o Imperador planeja destruir o duque e sua família, mas seu filho escapa e procura se vingar usando a ecologia deste mundo como uma de suas armas.

 

Crítica: 'Duna' tem um roteiro que é uma verdadeira bagunça, uma excursão incompreensível e desestruturada. O filme tem tantos personagens, tantos relacionamentos inexplicáveis ​​ou incompletos e tantos cursos de ação paralelos que às vezes é difícil acompanhar a história.

 

A fotografia do filme é banhada por uma espécie de filtro amarelo empoeirado, como se o filme tivesse ficado muito tempo exposto ao sol. David Lean fez o deserto parecer lindo e misterioso em 'Lawrence da Arábia', em 'Duna' o cenário seco e quente parece pobre e monótono.

 

O filme tem um elenco respeitável que faz o que se espera deles, mas ninguém parece muito feliz aqui. Os atores se postam em trajes extravagantes, balbuciando diálogos que têm pouco ou nenhum contexto. Eles nem mesmo recebem cenas que funcionam de maneira independente.

 

Os elementos de ação são onde 'Duna' particularmente falha. Os efeitos especiais nem chegam perto de outros esforços de ficção científica da década de 80. Os efeitos práticos são as únicas áreas em que o longa tem sucesso. Não por acaso, é aqui também que a mão de David Lynch pode ser mais sentida.

 

Este é um filme que não domina dramaticamente as vastas forças para as quais está apontando, mas gira com determinação junto com muito pouca variação de tom ou ritmo. O diretor David Lynch faz uma tentativa corajosa de fazer justiça às tramas de Herbert, mas no final ele é derrotado pelas complexidades da história.

 

'Duna' parece um projeto que estava seriamente fora de controle desde o início. Cenários foram construídos, atores foram contratados; nenhum roteiro utilizável foi escrito; todo mundo fingiu enquanto podiam.

 

Nota: 4




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